PARTE 2: Colaboração#08

Logo Anne agarrou no livro e começou a fazer várias perguntas ao homem.

— Quem és tu? Porque me deste este livro? Que livro é este?

O homem disse-lhe que não poderia dizer nada e, em seguida, foi-se embora.

Anne estava muito confusa, pois achou aquilo muito estranho e nunca nenhum desconhecido lhe tinha dado alguma coisa.

Quando Anne chegou a casa, decidiu contar tudo à mãe, mas pensou melhor e não contou, porque, senão, poderia tirar-lhe o livro. À noite, Anne estava com dificuldades em adormecer. Então, como todos da casa estavam a dormir, decidiu ver o que era aquele livro. Ao abrir o livro, reparou que aquela letra era semelhante à do pai.

Quando Anne era pequena, gostava muito do pai, mas um dia ele tinha desaparecido. A mãe nunca lhe disse nada à cerca do pai e sempre que começavam a falar dele, a mãe de Anne queria mudar de assunto.

A Anne começou a ler o livro e percebeu que era um livro que explicava a história toda do pai. Até que ela pensou que aquele homem poderia ser o pai dela.

Passado uma semana, Anne terminou o livro e começou a procurar aquele homem, porque percebeu que era o pai dela que o tinha escrito.

No dia seguinte, Anne estava sem esperanças e estava a andar numa floresta, até que encontra aquele homem e fala com ele e descobre que aquele é o seu pai. No fim, a família fica unida de novo.

Evelina Jugurt, 6.º H

PARTE 2: Colaboração#07

Quando o senhor tinha dado a caixa de madeira, logo a seguir a Anne foi a correr para casa para a abrir. Ela estava assustada, porque não fazia ideia do que podia ter lá dentro. Mas, quando ela abriu a caixa… Pétalas de flores saíram de dentro dela. Havia uma carta. Ela pegou-lhe e dizia o seguinte:

“Basta assinares a carta e aparecerá um livro. Nesse livro irás escrever a única coisa que realmente queiras, algo que desejas! Mas cuidado, só podes pedir um desejo! Pensa bem, porque pode ser a última vez.”

Como Anne desejava muito um amigo, pegou na sua caneta azul e assinou a carta. Assim que ela assinou a carta, a carta desapareceu e à sua frente apareceu-lhe um livro, o tal livro a que a carta se referia. Então, Anne começou a escrever o que ela mais queria. Quando acabou de escrever no livro, dizia o seguinte:

“Querido livro, só peço uma coisa, que eu tenha um amigo com que possa contar para tudo neste mundo! Aquele amigo verdadeiro, leal, engraçado, simpático…”

A Anne esperou um pouco para ver se acontecia alguma coisa mas… Nada!

Então ela guardou o livro dentro da caixa, fechou-a e foi dormir. Quando acordou, foi abrir a janela para ver se finalmente o sol já aparecia. Na rua, havia um menino de cabelo loiro, sardas e olhos castanhos a olhar para Anne com um sorriso no rosto. Anne saiu de casa e foi ter com o menino. Perguntou-lhe quem era ele. Então ele disse:

— Eu sou o teu novo amigo! O Kevin! Vamos brincar no parque! Claro, só se quiseres…

A Anne ficou com um sorriso no rosto e lá foram eles para o parque brincar. Ela tinha percebido que aquilo que ela tinha escrito no livro se concretizou. Até o dia estava com o céu limpinho e alegre!

Finalmente ela teve um amigo verdadeiro, leal, engraçado e simpático como tanto sonhou.

Alice Jones, 6.º H

PARTE 2: Colaboração#06

Anne ficou confusa. Pousou a caixa no chão e abriu-a. Dentro dela havia várias borboletas lindas. Uma azul como o céu limpo, outra verdinha como a relva acabada de cortar, ao lado rosa como um prado de flores e uma muito bonita: branquinha como se fosse o sol a brilhar. Tinha brilhantes como a chuva a cair na janela. Mas, mais importante, esta segurava um lápis novinho para Anne.

Maravilhada com elas, exclamou:

— É lindo! Muito lindo! Mas porque estavam aqui e para que servem?

Devagarinho as borboletas saem da caixa e formam uma paisagem, mas não por muito tempo. Elas começam a ir embora e Anne fica excitada. “Para onde vão? Quero ir também!”.

A menina segue-as e não conhece o caminho. Começa, então, a falar com as borboletas:

— Para onde vamos? É assustador? Vou gostar?

As cativantes borboletas mudam de cor e fazem outra imagem. Esta diz que “Sim, vais gostar”. Anne concluiu que vai gostar de certeza, porque elas são mágicas e mudam de cor.

Depois de muito tempo, já quase a escurecer, Anne depara-se com um grande edifício a dizer “ESCOLA”. Ela começou a chorar de alegria, pois realizou um grande sonho.

Maria Beatriz Ferreira, 6.º C

PARTE 2: Colaboração#05

O carteiro despediu-se e foi-se embora. Anne ficou a ler uma carta que dizia para ir à escola, que a professora queria falar com ela. Anne, muito ansiosa, correu para a escola da aldeia a pensar no que a professora lhe quereria transmitir. Ela pensou que fosse alguma coisa que lhe queria entregar, mas ela não sabia porque havia uma carta dentro de uma caixa pequena de madeira.

Ao chegar à escola, encontrou a professora à porta a chamar por ela. A professora convidou-a a entrar para conversarem e sentaram-se na secretária da professora. Ela explicou-lhe que estava no último ano escolar, ou seja, no décimo segundo ano, e a professora questionou:

— Está na altura de pensares em ir para a faculdade. Tu queres ir?

— Claro que sim, professora! – respondeu a Anne empolgada.

Mas Anne lembrou-se do seu pai e, de seguida, contou à professora o que o pai lhe tinha dito. A professora disse-lhe para não se preocupar e ir para casa. Anne assim fez e foi descansar.

No dia seguinte, Anne foi a um pomar inspirar-se no que mais gostava de fazer, pintar. A professora, ao ver isso, foi ter com o pai de Anne e explicou o assunto, mas o pai disse-lhe:

— Nós não temos dinheiro suficiente para pagar a faculdade!

— Não se preocupe, eu pago tudo e levo-a para a cidade comigo. – respondeu a professora.

O pai concordou e, ao ver o seu talento para pintar, deixou-a ir.

Anne, ao perceber, ficou muito contente. Fez as malas e despediu-se do seu pai. Partiu com a professora e aos fins-de-semana ia visitar o seu pai e a sua aldeia.

Matias Alberto, 6.º B

PARTE 2: Colaboração#04

… dentro da caixa tinha uma simples folha. Anne, tentando perceber o que é, pega na folha e vê que na parte de trás havia a sua primeira palavra escrita, o seu primeiro desenho de si mesma e, o mais importante ainda, dentro da caixa lá estava a sua única fotografia com a mãe, que desaparecera quando Anne ainda era jovem, tinha por volta de três anos.

Anne chora de felicidade e tristeza ao mesmo tempo.

— Porque choras? - perguntou o homem, preocupado.

— É que a minha mãe desapareceu e encontrar isto é incrível! Pode ser que esteja por perto - disse Anne soluçando. Após uma longa conversa antes do homem ir embora, Anne pergunta:

— Senhor, se encontrar a minha mãe diga-me por favor! - pediu ela.

— É claro! - respondeu o homem calmo.

No dia seguinte, Anne vai para a escola. No recreio, dirige-se à melhor amiga, incrédula e sem palavras, as duas abraçam-se por duas razões: o que Anne havia mostrado e porque era o aniversário da Anne.

Quando Anne chega a casa vê um presente, ela abre e…

A sua mãe está lá! 

 Ariel Gouveia, 6.º B

PARTE 2: Colaboração#03

Quando Anne abriu a caixa, estava lá dentro um livro azul perfeitinho e tinha folhas novas e macias. Também trazia consigo uma caneta de escrever, um lápis de carvão e um estojo com lápis de cor e canetas.

Era mesmo o que Anne queria! Decidiu logo passar todos os seus sonhos para o caderno novo. Mas, mesmo assim, ela decidiu ficar com aquele caderno de capa rasgada (era mesmo importante para si!) Anne estava tão feliz que disse assim:

─ Obrigada, mesmo muito obrigada!

E cantava na sua cabeça: “Estou tão feliz, estou tão feliz…”.

A seguir, o homem ao entregar a caixa, disse-lhe:

─ De nada, Anne! É um prazer - e foi-se embora.

Anne estava tão feliz que foi dar um passeio.

Quando voltou para aquele muro, sentou-se nele e começou a escrever naquele caderno perfeitinho e novinho em folha.

De repente, viu que cada vez que ela pensava em alguma coisa que queria muito, essa coisa parecia ou acontecia, pois Anne desejou que pudesse ir à escola… E, no dia seguinte, passou o tal autocarro da escola, mas, desta vez, o autocarro parou e abriram-se as portas à espera que Anne entrasse. Ela ficou extremamente feliz e entrou com um grande sorriso esboçado na cara. A partir daí, a vida dela ficou muito feliz.

E uma instituição arranjou-lhe uma família!

Maria Leonor Camacho, 5.º E

PARTE 2: Colaboração#02

Anne, abrindo o livro, questionou o senhor:

— Para mim?

— Claro! - afirmou, educadamente, o homem.

— Como funciona?

— Escreve um dos teus sonhos e poderás ver.

Após lhe ter revelado como funcionava, o homem pedalou na bicicleta até desaparecer, ao fundo, no horizonte.

Anne pegou no seu lápis e começou a escrever o seu sonho "falando para dentro":

— Espero, um dia, ter um amigo com quem brincar, conversar, estar ou apenas para lhe sorrir.

Ao escrever o seu desejo, ela começa a ver o mundo a distorcer-se, até que adormece e acorda num local totalmente diferente, onde as copas das árvores são azuis e os seus troncos e galhos são encarnados.

Ao ver um rapaz a passar por aquele local, aproximadamente com a sua idade, Anne pergunta-lhe:

— Onde estou?

— Estás no mundo dos desejos, onde todos os teus sonhos podem realizar-se! - explica-lhe o rapaz.

— Mas... Espera, estás a dizer-me que aqui eu posso fazer o que quiser!?!

— Não é bem assim que funciona - acrescenta.

— Estás sozinha? Se estiveres, podes ir comigo para minha casa! - convida o rapaz.

— A sério?!

— Sim!

Então, depois de se conhecerem melhor, ambos se dirigem a casa do rapaz.

— Ah, esqueci-me!! Qual é o teu nome? - pergunta-lhe Anne.

— É Kevin, e o teu?

— Anne.

Quando chegam a casa do Kevin, ele apresenta-lhe o seu pai, George, e a sua mãe, Sophie, sendo os dois muito carinhosos com Anne.

No dia seguinte, Anne foi acordada bem cedo e questionou-se sobre o facto de acordar tão cedo:

— Porquê tão cedo?

— É para ires para a escola - diz Sophie.

— O quê?!

— Sim, agora acelera, se não chegas atrasada.

Anne estava muito confusa, pois era a primeira vez que ia para a escola.

Lá encontrou a sua professora, a Sra. Burnley, esta era muito afetuosa e dava sempre muito carinho aos seus alunos. Mas havia um deles que era o Joe, um aluno muito mau pois já havia sido suspenso 5 vezes. Joe aproxima-se de Anne e diz-lhe:

— Sabes que odeio gente nova na turma, não sabes?

— Qual é o problema?

— Agora vais ser "matada"!

— É morta que se diz.

— Tanto faz, tu vais gritar de dor.

Então apareceu Kevin, que disse:

— Afasta-te da minha amiga!

— Só se eu quiser!!!

Então, Kevin, com ar ameaçador, começa a contar:

— 1, 2 ...

— Eu não tenho medo de ti! - diz Joe.

— 3!!!

Após a contagem, Joe foge para longe.

— Estás bem? - pergunta Kevin a Anne.

— Sim, estou.

De repente, o mundo volta a distorcer-se e Anne volta ao mundo real e pensa:

— Por que é que voltei?

É aí que se dá conta de que realizara o seu sonho:

Ter um amigo!

Miguel Nogueira, 5.º D